Para se
produzir um bom texto, inicialmente, temos que conhecer dois processos: um é o
da leitura; outro, o da escrita. Esses processos são fundamentais na realização
da leitura e da escrita.
Todo produtor de textos deve
interagir com o leitor. Se isso não ocorre, o texto não tem valor literário. A
interatividade deve está presente em qualquer texto, escrito ou não. Além
disso, devem ser objetivos e claros. A criatividade também é importante em
qualquer atividade de escrita, já que ao texto criativo se soma o prazer da
leitura. E o requisito primacial: todo aquele que deseja ser um bom produtor de
texto deve gostar de ler.
Aquele que pretende escrever deve
em primeiro lugar ler com gosto e prazer, é claro, bons textos, claros e
objetivos, que emocionam e cativam o leitor. Todo texto dissertativo deve ter
início, meio e fim.
O processo criativo é muito
importante para a criação de um texto, pois assim seu texto terá todos os
ingredientes de uma boa formação. Antes mesmo de se criar um texto, é de
fundamental importância saber usar bem o pensamento. Sem o pensamento, nada se concebe,
nada existe. Isso porque, para redigir bem, temos, em primeiro lugar, de
organizar as ideias.
Um texto para ter sentido tem que
ter coerência e coesão. Sem esses recursos, o texto não terá clareza nem
credibilidade.
A imaginação é outro recurso
capital na criação de um bom texto. Quanto mais livre a imaginação, mais
perfeita ricas as idéias. O texto fica conectado e interativo.
Ao concluir a leitura de um bom
livro, o leitor desejará ler muito mais. A razão disso: o texto lhe trouxe
entretenimento ou informação, ou ambas as coisas. Eu, por exemplo, quando
termino de ler algum livro, me eleva a autoconfiança ante o prazer de ler e
escrever.
Se o texto é agradável, eu leio
duas ou três vezes. Certa época, uma pessoa me perguntou como ela fazia para
escrever bem. Eu lhe disse a primeira coisa: ler intensamente os grandes
escritores; depois dessas leituras, você terá embasamento para escrever.
Um dos melhores livros que li
durante a minha vida foi a Divina Comédia, de Dante Alighieri. Depois, conheci
outros clássicos, mas em outro estilo como, por exemplo, o livro O Segredo, de
Rhionda Ponda, que li três vezes. Do mesmo modo, conheci outro excelente livro
de auto-ajuda O segredo da mente milionária, de T. Herveker. Enfim, para se ser
um hábil produtor de textos, terá que se ser, preliminarmente, um hábil leitor.
Porque aquele que aprende a ler evidentemente terá habilidade para escrever
magnificamente.
Em resumo, para criarmos textos
interessantes, temos que ser excelentes leitores; além disso – nunca é demais
lembrar –, devemos ler os clássicos nacionais e internacionais. Dessa forma,
nos tornamos excelentes leitores e bons produtores de textos. (Autor Desconhecido)
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